sábado, 31 de janeiro de 2009

Pergunta Lolly - Twitter

PERGUNTA LOLLY DESTA SEMANA FOI: O que vc tem escutado ultimamente? alguma banda boa para nos recomendar?

@dotgospel: To escutando o novo do Red e Fiction Family, boas pedidas junto com os dois últimos álbuns de inéditas do Incubus.

@proveisso: eu tenho ouvido o mesmo de sempre, Garbage, Paramore, Slipknot, Pennywise, The Killers, Linkin Park...

@victoralmeida: eu estou escutando Jeremy Camp [Speaking Louder Than Before], Todd Agnew [Grace Like Rain] e Red [End of Silence]

@eversonbarbosa: Palavrantiga, Fiction Family, Keane, Oficina G3, The Fray, Charlie Hall, Compassionart, House of heroes, Coldplay e até Stryper

quinta-feira, 29 de janeiro de 2009

Pessoas da minha vida

Essa é uma sessão nova aqui no Lolly Mission, onde eu vou contar sobre pessoas que me impactaram, com sua vida, história, feitos enfim e deixaram marcas na minha vida.
Resolvi começar com Sergio Buarque de Holanda, ele sempre figurou em minha vida de uma forma engraçada, pois eu estudei em um colégio com o nome dele e na faculdade, que começo semana que vem, a biblioteca leva o mesmo nome. Ainda não li nenhum livro dele(o que pra mim parte o coração e logo logo será mudado), mas sua história de ativismo e iniciação ao modernismo me encantam e muito. Fora sua importancia na historia brasileira.

Abaixo está um pouco da história dele:

Sérgio Buarque de Hollanda estudou em diversas escolas de São Paulo. Mudou-se, em 1921, para o Rio de Janeiro, matriculando-se na Faculdade de Direito da Universidade do Rio de Janeiro, atual Faculdade Nacional de Direito da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), onde obteve o bacharelado em Ciências Jurídicas e Sociais em 1925.

Ao longo da década de 1920, atuou como representante do movimento modernista paulista no Rio de Janeiro. Trabalhou então em diferentes órgãos de imprensa e, entre 1929 e 1930, foi correspondente dos Diários Associados em Berlim, onde também freqüentou atividades acadêmicas, como as conferências do historiador Friedrich Meinecke.

De volta ao Brasil no começo dos anos 30, continuou a trabalhar como jornalista. Em 1936, obteve o cargo de professor assistente da Universidade do Distrito Federal. Neste mesmo ano, casou-se com Maria Amélia de Carvalho Cesário Alvim, com quem teria sete filhos: Sérgio, Álvaro, Maria do Carmo, Ana Maria, Maria Cristina, além dos músicos Miúcha e Chico Buarque. Ainda em 1936, publicou o ensaio Raízes do Brasil, que foi seu primeiro trabalho de grande fôlego e, ainda hoje, é o seu escrito mais conhecido.

Em 1939, extinta a Universidade do Distrito Federal, passou a trabalhar na burocracia federal. Em 1941, passou uma longa temporada como visiting scholar em diversas universidades dos Estados Unidos da América.

Reuniu, no volume intitulado Cobra de Vidro, em 1944, uma série de artigos e ensaios que anteriormente publicara nos meios de imprensa. Publicou em 1945 e 1957, respectivamente, Monções e Caminhos e Fronteiras, que consistem em coletâneas de textos sobre a expansão oeste da colonização da América Portuguesa entre os séculos 17 e 18.

Em 1946, voltou a residir em São Paulo, para assumir a direção do Museu Paulista, - que ocuparia até 1956 - sucedendo então ao seu antigo professor escolar Afonso Taunay. Em 1948, passou a lecionar na Escola de Sociologia e Política de São Paulo, na cátedra de História Econômica do Brasil, em substituição a Roberto Simonsen.

Viveu na Itália entre 1953 e 1955, onde esteve a cargo da cátedra de estudos brasileiros da Universidade de Roma. Em 1958, assumiu a cadeira de História da Civilização Brasileira, agora na Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras da USP. O concurso para esta vaga motivou-o a escrever Visão do Paraíso, livro que publicou em 1959, no qual analisa aspectos do imaginário europeu à época da conquista do continente americano. Ainda em 1958, ingressou na Academia Paulista de Letras e recebeu o Prêmio Edgar Cavalheiro, do Instituto Nacional do Livro, por Caminhos e Fronteiras.

A partir de 1960, passou a coordenar o projeto da História Geral da Civilização Brasileira, para o qual contribuiu também com uma série de artigos. Em 1962, assumiu a presidência do recém-fundado Instituto de Estudos Brasileiros. Entre 1963 e 1967, foi professor convidado em universidades no Chile e nos Estados Unidos da América e participou de missões culturais da Unesco em Costa Rica e Peru. Em 1969, num protesto contra a aposentadoria compulsória de colegas da Universidade de São Paulo pelo então vigente regime militar, decidiu encerrar a sua carreira docente.

No contexto da História Geral da Civilização Brasileira, publicou, em 1972, Do Império à República, texto que a princípio fora concebido como um simples artigo para a coletânea, mas que, com o decurso da pesquisa, acabou por ser ampliado num volume independente. Trata-se de um trabalho de história política que aborda a crise do império brasileiro no final do século 19, explicando-a como resultante da corrosão do mecanismo fundamental de sustentação deste regime: o poder pessoal do imperador.

Permaneceu intelectualmente ativo até 1982, tendo ainda neste último decênio publicado diversos textos. De 1975 é o volume Vale do Paraíba - Velhas Fazendas e de 1979, a coletânea Tentativas de Mitologia. Nestes últimos anos, trabalhou também na reelaboração do texto de Do Império à República - que não chegou a concluir. Participou, em 1980, da cerimônia de fundação do Partido dos Trabalhadores. Neste mesmo ano, recebeu tanto o Prêmio Juca Pato, da União Brasileira de Escritores, quanto o Prêmio Jabuti, da Câmara Brasileira do Livro.


segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

Livro: "Israel e a Paz no Oriente Médio"

Foi uma estranha coincidência começar a ler esse livro e uma semana depois estourar o conflito na faixa da Gaza. Mas ele é ótimo, fino, você lê bem rapido e a forma como Henrique Rattner explica desde a criação de Israel, seu conflitos e seus 60 anos é simples, direta e objetiva.

Li e recomendo!


Descrição:


Henrique Rattner tem uma vivência grande dos problemas de Israel. Publicou diversos textos e falou sobre os problemas que o povo de Israel encontra em ter um Estado pondo fim à diáspora e ao judeu errante. Neste livro, analisa desde os antecedentes históricos que levaram os judeus a ser um povo disperso pelo mundo a sua ânsia de ver a possibilidade um Estado seu, depois do término da Segunda Guerra. Como interpretar, porém, essa política radical e contraditória dos países árabes e islâmicos em relação ao conflito palestino-israelense? Rattner nos explica, com sabedoria, esta questão. O autor analisa a situação dos territórios ocupados, as razões dos conflitos entre seus habitantes e analisa algumas maneiras de minorar o conflito entre as populações residentes no território do Estado de Israel. A realidade, porém, não é tão simples e este livro é leitura essencial para quem quer entender os conflitos ocorridos em Israel, desde sua fundação em 1948, até os dias atuais.


Editora: Nobel

quarta-feira, 21 de janeiro de 2009

Pergunta Lolly - Twitter

A pergunta dessa semana foi:
-O que vcs acharam da posse de Barack Obama? Das festas? Do discurso? Do apoio da população americana?

@dotgospel: achei um grito de desespero pela ilusão de ter esperança. Não levo fé, não mais.

@robertosoares: Acho que as pessoas confiam demais nele e isso o deixa com poder demais nas mãos,um deslize e pode se tornar o anticristo :P

@reinamribeiro: O patriotismo e lições de esperança ensinados por Hollywood estão funcionando. Mas a realidade nem sempre tem final feliz.


A minha opinão talvez seja a mesma que a do @dotgospel... mas espero estar enganada!
Fica ai o video para vc tirar suas conclusões

segunda-feira, 19 de janeiro de 2009

FOTO DA SEMANA

Meu primeiro café espresso, ou seja, o primero café espresso que eu fiz!

sábado, 17 de janeiro de 2009

Lollycast Episódio 2

Para ouvir CLIQUE AQUI

Participação especial: MITHZ (valeu!) blog do Mithz: http://mithzmag.blogspot.com/
EDIÇÃO SEM CORTES... haha

Lista de músicas:

Misty Edwards-What only you can do
Paramore- Decode
Snow Patrol- Take back the city
U2- I still haven't found what i'm looking for

sexta-feira, 16 de janeiro de 2009

Pergunta Lolly - Twitter

Pergunta Lolly no twitter dessa semana foi:

Qual é sua opinião em relação a essa guerra Israel X Faixa de Gaza?

@kennedylucas: Pra mim, a questão é mais complicada do q parece.Um julgamento sem uma prévia análise profunda, é no mínimo, injusto.

@dotgospel: eu acho uma coisa mínima e já sem sentido em comparação às outras barbaridades que acontecem mundo afora.

@mithz: Pra mim essa é mais uma luta em busca de uma honra do que qualquer outro motivo como dizem por aí.

@rafapepe: Primeiro, um absurdo, algo que nunca vai acabar e nunca vai ter razão. Segundo, haja gaze!!

@KennyVoltz:Essa guerra é uma budéga!

@menosehmais Perda de vidas, perda de dinheiro, nação contra nação, reino contra reino... amor esfriando dentro da Igreja... terremotos

quinta-feira, 15 de janeiro de 2009

CompassionArt

Vamos ter compaixão. Mas não só ter compaixão também atitude.

quarta-feira, 14 de janeiro de 2009

FOTO DA SEMANA


Working...

terça-feira, 13 de janeiro de 2009

Olha o que eu achei no meu note:

Quem vai curtir é o Pava .
Para registrar que eu fui no Forum de Cristianismo Criativo e já estou na expectativa pelo próximo.